A maioria das crianças que apresentam necessidades especiais não
está na escola. Da minoria que frequenta regularmente as aulas em classes regulares
há, nos sistemas públicos e educacionais oficiais, registros precários e/ou incompletos de seus avanços e suas
dificuldades iniciais. Sabemos que conhecer melhor o histórico dessas crianças
e jovens nos permitiria intervenções mais adequadas, traçar diagnósticos reais
e incluí-las nas políticas públicas. Os diagnósticos precisam ser dados por
profissionais da saúde e de forma precisa, e seu uso deve
servir para instrumentalizar a prática pedagógica dos professores, a fim de
mediar o processo de conhecimento, evitando ações que estigmatizem ou neguem
esses alunos.
A escola necessita de adequação e modernização para que alunos
especiais possam viver com dignidade e no futuro exercer sua cidadania, de modo
que sejam verdadeiramente incluídos na vida e na sociedade.
http://www.youtube.com/watch?v=mJyPU6lJWhQ
Quero ainda chamar a atenção para o depoimento da Professora Vita Alves, Trabalho coletivo, na página 03 do periódico Informar e Incluir, que infelizmente não é mais publicado. Tive a honra de conhecê-la e trabalhar com ela quando do meu ingresso na Prefeitura Municipal de Santo André, em 1992, e acompanhar seu trabalho desde então, sempre com muito empenho e dedicação. Sabemos que muita coisa só funciona porque temos professores como ela que carregam a educação!
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