Quando vamos
nos expressar em nossas ideias, convicções e conhecimento, nós o fazemos como
autores. Existe uma autoridade pelo autor. Ele não fala pelo outro, mas por si
mesmo. É estranho alguém “pensar por conta alheia”, só se pensa por conta própria.
Por conta própria também se expressa, por suas próprias forças e capacidades.
Um
profissional da educação que não é verdadeiramente autor, não é responsável por
suas ideias e ações, e não sendo responsável pela autoria de seus pensamentos
não pode ser um propiciador de autonomia, afinal apenas serve ao que está
mandado.
Essa situação revela
uma falha enorme, pois estes profissionais estão formando alguém para
futuramente criticar e mostrar autonomia, mas como podem fazê-lo se eles
próprios não estiverem exercendo autonomia plena e crítica?
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